A Fundação PLMJ vai emprestou sete obras da sua coleção ao Ministério de Educação, Desporto e Cultura de Espanha, no âmbito da exposição “ESCALA 1:1. 21 Artistas Contemporáneos Portugueses. Una Reflexion sobre la Escala en la Arqutectura y la Obra de Arte”, que decorre até 15 de abril, na sala principal no Tabacalera Promoción del Arte, em Madrid.

A exposição, comissariada por Verónica de Mello, que propõe um exercício de dicotomia entre arquitetura e arte, junta alguns dos mais importantes e interessantes artistas visuais portugueses, reconhecidos internacionalmente, mas tantas vezes pouco conhecidos em Espanha.

Este empréstimo vem ao encontro da estratégia da Fundação PLMJ, que “pretende dar a conhecer junto dos mais variados públicos o melhor que a arte contemporânea lusófona tem para apresentar”. Seguem para Espanha quatro obras fotográficas, da autoria de Nuno Cera, Rui Calçada Bastos, Rodrigo Oliveira e Ramiro Guerreiro, dois trabalhos em vídeo, de Helena Almeida e Ramiro Guerreiro, e uma escultura de Carlos Bunga.

Luís Sáragga Leal, Presidente do Conselho de Administração da Fundação PLMJ, considera que “esta exposição constitui uma magnifica oportunidade para aumentar a visibilidade das artes plásticas nacionais junto de um ambiente cultural tão conhecedor como o espanhol e, por extensão, junto dos inúmeros colecionadores e agentes culturais internacionais que acorrem ao ARCO Madrid neste mesmo período. Este empréstimo reflete a política da Fundação PLMJ de divulgar os artistas que integram a sua Coleção bem como a intenção de incentivar intercâmbios culturais e projetos de itinerância além fronteiras.”

Sob o lema Uma Sociedade de Advogados como Espaço de Cultura”, a Fundação PLMJ propõe-se “contribuir para a divulgação das artes plásticas em Portugal, ao protagonizar uma atividade regular na área do colecionismo, onde desenvolveu um acervo ilustrativo da criação artística contemporânea. Na sua coleção convivem nomes reconhecidos com outros em início de carreira e, consequentemente, trabalhos de natureza vária, realizados em diversos suportes e alicerçados em múltiplas posturas processuais e estéticas”, explica a firma, em comunicado.

A Fundação procura ainda apoiar ou participar “em projetos desenvolvidos por outras entidades que se insiram nos seus objetivos programáticos, em prol da arte contemporânea”.

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