Miranda assina protocolo com a Câmara Agrícola Lusófona

 

A Miranda celebrou um protocolo de cooperação com a Câmara Agrícola Lusófona (“CAL”), para, na qualidade de “Parceiro Jurídico”, disponibilizar serviços jurídicos qualificados às empresas associadas desta entidade. Esta parceria “proporcionará amplas sinergias com os agentes económicos do Agronegócio, particularmente nos países da CPLP”.

A formalização do protocolo teve lugar no âmbito da 1ª edição do AGROFÓRUM CPLP, que decorreu no final do mês de Outubro, em Lisboa, ficando ainda firmado que a sociedade de advogados apoiará as iniciativas promovidas pela CAL “que estejam enquadradas no seu ambicioso programa de internacionalização”.

“Nos países da CPLP, são inúmeras as oportunidades de negócio existentes no setor agroindustrial. No entanto, para que um projeto tenha sucesso é imprescindível que as empresas estejam bem informadas sobre a realidade de cada país; isso implica, necessariamente, o recurso a parceiros com um conhecimento profundo dos diferentes mercados nacionais”, afirmou Agostinho Pereira de Miranda, Presidente do Conselho Superior da Miranda.

“A Miranda está no terreno há quase 30 anos. Fruto dessa longa e única experiência, acreditamos estar em condições de prestar o melhor aconselhamento às empresas associadas da CAL que pretendam investir nesses mercados”, acrescentou.

A Câmara Agrícola Lusófona é uma associação empresarial sem fins lucrativos que promove a divulgação do agronegócio em território nacional e internacional, com particular ênfase nos países de língua portuguesa, nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Entidade reconhecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, pelo Ministério da Economia, pelo Ministério da Agricultura e do Mar e pela CPLP – Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa, a Câmara Agrícola Lusófona é ainda membro da Confederação Empresarial da CPLP e exerce o secretariado provisório do Mecanismo de Facilitação da Participação do Setor Privado no Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

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